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Projeto que pode deixar bilhetagem do transporte público exclusivamente eletrônica tramita na Câmara Municipal de Curitiba

30/10/2018

Para a prefeitura, a proposta moderniza a bilhetagem eletrônica. Sindicato fala em seis mil demissões.

 

O projeto de lei que pode deixar a bilhetagem do transporte público de Curitiba exclusivamente eletrônica tramita da Câmara Municipal. A proposta é da prefeitura.

 

Os objetivos do projeto, segundo a administração municipal, são manter a tarifa equilibrada e aumentar a segurança, já que não haveria mais o uso de dinheiro.

 

A média de arrastões nos ônibus e estações-tubo é de um a dois por dia, de acordo com o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc).

 

Conforme a administração municipal, 60% dos passageiros entram nos ônibus das linhas urbanas da capital usando o cartão-transporte.

 

Atualmente, a bilhetagem eletrônica já substitui a cobrança em dinheiro nas linhas que operam com micro-ônibus. A medida vale desde 2014.

 

Sem demissões, diz Urbs

 

A Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), que é a autarquia responsável pela gestão do transporte coletivo da cidade, afirmou que não haverá demissão de cobradores.

 

Ao todo, são quase quatro mil cobradores trabalhando no transporte público, conforme a Urbs. Já o Sindimoc informou que são seis mil trabalhadores.

 

Ainda segundo a Urbs, o proposta prevê a redução da atividade do cobrador, não a extinção. A autarquia explicou que os cobradores serão reaproveitados em outras funções dentro das empresas.

 

Convenção coletiva

 

O projeto de lei tem como base, de acordo com a prefeitura, a convenção coletiva da categoria de motoristas e cobradores assinada com o Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp). A convenção foi registrada no Ministério do Trabalho em maio deste ano.

 

O documento indica que o uso da tecnologia vai implicar na redução da atividade do cobrador e que as empresas de transporte oferecerão cursos de requalificação para os cobradores. Além disso, há estabilidade de emprego por 12 meses.

 

O que diz a categoria

 

Por meio de nota, o Sindimoc afirmou que tem a manuntenção dos empregos com um dos principais pleitos.

 

O Sindimoc ainda disse que não teve acesso ao projeto, nem foi procurado pela prefeitura para discutir o assunto.

 

Para o Sindimoc, a proposta da administração municipal é "irresponsável e descabida". O Sindimoc também garantiu que não vai admitir seis mil desempregados.

 

"A medida tiraria das mãos de trabalhadores R$ 17 milhões mensais, que seriam direcionados para 8 famílias, que controlam as empresas de transporte público em Curitiba", afirmou o Sindimoc, em um trecho da nota.

 

O trâmite

 

De acordo com a Câmara, a proposta precisa passar pelo parecer da Procuradoria Juridícia da Casa e, depois, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

 

Então, se aprovada, segue para as outras comissões, conforme informou a Câmara Municipal nesta terça-feira (30).

 

O projeto foi protocolado na quinta-feira (25). Para a administração municipal, a proposta moderniza a bilhetagem eletrônica.

 

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