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02/05/2019

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Rodoviários param em protesto contra a licitação do transporte coletivo em Santarém

Paralisação de motoristas e cobradores ocorreu de 12h às 14h desta quarta-feira (16). Categoria pedia a suspensão da licitação.

 

Os rodoviários decidiram parar parte da frota dos coletivos nesta quarta-feira (16), em protesto contra a homologação da licitação do transporte público em Santarém, no oeste do Pará. A paralisação de motoristas e cobradores ocorreu de 12h às 14h.

 

Os veículos ficaram parados na Rui Barbosa, no Centro, uma das principais avenidas da cidade. O trânsito foi bloqueado desde a travessa Inácio Corrêa até a Barão do Rio Branco. A concentração dos manifestantes ocorreu no cruzamento da Rui Barbosa com a Barão.

 

Passageiros tiveram que descer e muitos ficaram no meio da viagem. Sem ter como ir para casa, alguns precisaram recorrer aos serviços alternativos, como táxi e mototáxi. A Polícia Militar tentava negociar com os manifestantes e agentes da SMT organizavam o trânsito no local.

 

Reivindicações

 

A categoria pede a suspensão da habilitação da Empresa de Transportes Resende Batista (Monte Cristo), homologada em dezembro de 2018, pela comissão de licitação que preside o processo para concessão do serviço de transporte público do município.

A paralisação dos rodoviários foi aprovada durante assembleia na noite de terça-feira (15). Com a homologação da Resende Batista, os rodoviários temem pela demissão em massa dos trabalhadores, aumento da tarifa e redução do número de veículos.

 

O valor da tarifa apresentado pela Resende Batista é de R$ 3,40 e consta no edital de licitação. O edital prevê que 100 ônibus operem em todas as linhas que atendem ao município. Atualmente, 16 empresas prestam o serviço de transporte coletivo em Santarém. A frota é de 135 veículos no total.

 

SMT

 

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT) disse que recebeu o comunicado de que o movimento partiu de um grupo que não faz parte dos associados do Sindicato das Empresas de Transporte Público e que não há razões para que isso ocorra.

 

A STM disse ainda que o governo municipal está em diálogo com o Sindicato e já sinalizou que fará a intermediação para que os trabalhadores que estejam qualificados e capacitados possam ser absolvidos pela nova empresa habilitada no serviço de transporte público na cidade.

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