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02/05/2019

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Viações apresentam programa para reduzir em 50% das tarifas em todo o País

Passagens mais baratas necessitam de financiamentos extras. Companhias ainda querem quase 9 mil km de corredores de ônibus, faixas e BRTs

 

ADAMO BAZANI

 

As empresas de ônibus urbanos e metropolitanos de todo país apresentaram, por meio da NTU, entidade que reúne mais de 500 viações, um programa com cinco pilares, dentre os quais, a redução do valor das tarifas em cerca de 50% nas principais cidades.

 

A proposta foi apresentada no Seminário Nacional da NTU, que ocorre em Brasília e tem cobertura do Diário do Transporte.

 

Segundo o presidente executivo da entidade, Otávio Cunha, é possível conseguir esta meta obtendo recursos de várias fontes, segundo ele, sem grandes sacrifícios de cada uma delas.

 

Entre as opções apontadas na proposta, elaborada em parceira com outras entidades como a ANTP – Associação Nacional de Transporte Público, está a criação de taxas sobre o transporte individual, como uma taxação sobre o combustível. A lógica é que o transporte individual ocupa mais espaço, poluiu mais e transporta menos pessoas.

 

Contribuições sobre o estacionamento e licenciamento também fazem parte da proposta.

Para Otávio Cunha, apesar de soar negativamente quando se fala de taxas e mais impostos, os resultados para a economia devem ser positivos.

 

“Os dados obtidos no estudo mostram que tarifas 50% representam que vai sobrar no Bolso dos Brasileiros, R$ 22 bilhões por ano. É um programa social na verdade, é dinheiro para as pessoas, para a economia”.

 

QUASE NOVE MIL DE FAiXAS E CORREDORES

Outra proposta apresentada é a criação de infraestrutura para o transporte coletivo por ônibus em 112 cidades brasileiras com mais de 250 mil habitantes.

 

A proposta apresenta como ideal que em quatro anos sejam implantados 8.899 quilômetros de faixas, corredores de ônibus centrais comuns e BRTs – Bus Rapid Transit.

O custo seria de R$ 18,7 bilhões do Orçamento da União para estados e municípios. Deste total, seriam 195 quilômetros de BRT, 1.095 quilômetros de corredores comuns e 7.609 de faixas.

 

Com viagens mais rápidas, menor poluição e economia de insumos de operações, os ganhos seriam de R$ 11,5 bilhões por ano, segundo a proposta.

 

O assessor especial do Ministério do Desenvolvimento Regional do Governo Bolsonaro, Jean Carlo Pejo, defendeu PPP – Parceiras Público Privadas para corredores de ônibus e BRTs disse que estas obras devem ser incluídas no programa de incentivo a parcerias do Governo Federal.

 

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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