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Manifestantes do MPL realizam quinto ato contra aumento da tarifa no transporte público em SP

31/01/2020

Manifestantes protestam contra reajuste de R$ 0,10 nas passagens de ônibus, trem e Metrô.

 

Integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) realizam na tarde desta quinta-feira (30) o quinto protesto contra o aumento da tarifa nos transportes públicos de São Paulo, que entrou em vigor no início deste ano.

 

Os manifestantes se concentraram em frente a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Por volta das 17h30, eles ocuparam parcialmente o Viaduto do Chá, no sentido da Praça do Patricarca, no Centro de São Paulo. Às 18h50 os manifestantes se concentravam no Largo de São Francisco. Por volta das 19h o protesto foi encerrado.

 

Integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) realizam na tarde desta quinta-feira (30) o quinto protesto contra o aumento da tarifa nos transportes públicos de São Paulo, que entrou em vigor no início deste ano.

 

Os manifestantes se concentraram em frente a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Por volta das 17h30, eles ocuparam parcialmente o Viaduto do Chá, no sentido da Praça do Patricarca, no Centro de São Paulo. Às 18h50 os manifestantes se concentravam no Largo de São Francisco. Por volta das 19h o protesto foi encerrado.

Atos

 

O primeiro ato contra o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo aconteceu no dia 7 de janeiro. Trinta pessoas foram detidas, segundo a Secretaria da Segurança Pública. A confusão aconteceu na estação Trianon-Masp quando manifestantes tentaram se abrigar no local devido às chuvas e encontraram uma linha de policiais militares que tentavam conter a multidão.

 

Alguns manifestantes jogaram tinta na direção dos policiais, o grupo foi encurralado após subir as escadas e se deparar com a estação trancada, bombas de gás lacrimogênio foram lançadas. Manifestantes, em contrapartida, quebraram vidros da estação.

 

Dois dias depois, um novo ato foi marcado pelo MPL e o protesto também terminou em confronto com a PM, que utilizou bombas de gás em frente à estação República do Metrô, no Centro da capital. Duas pessoas foram detidas.

 

O terceiro ato, no dia 16 de janeiro, também terminou em confusão no Centro, mas logo no início do protesto. Depois que o grupo percorreu uma distância de 500 metros até a Praça da República a polícia impediu que o protesto avançasse para a Avenida Paulista, após uma tarde de chuvas e alagamentos.

 

Um pequeno grupo de manifestantes foi cercado por um número bem maior de policiais, que jogaram bombas de efeito moral e usaram balas de borracha. Alguns participantes do ato foram imobilizados pelos policiais: imagens mostram um PM puxando uma manifestante pelo cabelo e outro dando um "mata-leão" em uma segunda jovem. Agências bancárias foram depredadas na dispersão da manifestação. Dez pessoas foram detidas e uma policial se feriu.

 

Durante o quarto ato do MPL, que aconteceu na quinta-feira (23), houve também confusão entre manifestantes e a Polícia Militar, que usou bombas de efeito moral. Segundo a PM, três manifestantes foram detidos. Agências bancárias foram depredadas e pichadas com tinta.

 

Denúncias

 

Nos outros dois protestos organizados pelo MPL houve denúncias de atos abusivos envolvendo policiais, por isso, a Ouvidaria da Polícia Civil pediu na terça-feira (21) que a Corregedoria da Polícia Militar investigue os casos.

 

A Bancada Ativista protocolou uma denúncia internacional na quinta-feira (22) na Organização dos Estados Americanos (OEA) contra os protocolos de ação da Polícia Militar (PM) e contra o decreto do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que regulamenta a conduta da polícia e de manifestantes durante protestos. A justificativa é a de que o decreto respalda confrontos entre policiais e manifestantes, como os que ocorreram nas recentes manifestações do Movimento Passe Livre (MPL).

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