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Número de passageiros que utilizam transporte coletivo em Manaus reduz em 69% durante pandemia, diz Sinetram

16/04/2020

Queda resulta em redução da frota pela metade, da jornada de trabalho e salarial dos cobradores e motoristas.

 

Com o isolamento social decretado no Amazonas desde o mês de março, por conta da pandemia do novo coronavírus, o sistema de transporte coletivo de Manaus contabiliza, até esta terça-feira (14), uma redução de 69% na quantidade de usuários do serviço por dia útil. O número de casos confirmados de Covid-19 no Amazonas chegou a 1.554, nesta quarta-feira (15), com 106 mortes.

 

Os dados sobre o transporte coletivo da capital foram repassados ao G1 pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Sinetram). O assessor jurídico do órgão, Fernando Borges, disse que a queda diária foi de 600 mil passageiros para 200 mil, resultando em perda de faturamento bruto de R$1,1 milhão por dia útil.

 

Com isso, também houve redução na jornada de trabalho e no salário dos cobradores e motoristas. Segundo Borges, os números caíram pela metade. Atualmente, a frota do transporte coletivo de Manaus opera com apenas 612 ônibus, de 1.250 das 9 empresas que prestam serviços na capital.

 

“Nesse momento, a operação está mantida num nível mínimo. Houve redução nos salários dos operadores do sistema, dos cobradores e motoristas para fins de viabilizar a operação, já que a redução da frota operante é da ordem de 50%. A redução segue essa mesma proporção, redução de jornada e salarial”, disse o assessor jurídico.

 

Ainda de acordo com o Sinetram, também contribuíram para a queda fatores como o decreto que suspende a venda e utilização de meia passagem e a suspensão das aulas da rede pública, em Manaus.

 

O Governo do Amazonas prorrogou, até o final do mês de abril, a suspensão das aulas na rede pública estadual. Elas já haviam sido suspensas na primeira quinzena de março, após a confirmação do primeiro caso de coronavírus, por quinze dias. Na rede municipal de ensino, mais de 55 mil alunos, do 6° ao 9° ano, já estão em aulas não presenciais desde o dia 23 de março.

 

Os estudantes do estado são atendidos pelo projeto 'Aula em Casa', um regime especial de aulas não presenciais, que os alunos das escolas da rede pública municipal e estadual do Amazonas participam. As aulas são transmitidas pela televisão e disponíveis também em sites e aplicativos on-line. No total, aproximadamente 450 mil alunos da Semed-Manaus e da Seduc-AM são atendidos.

 

Isolamento social

 

De acordo com o decreto publicado no Diário Oficial do estado do Amazonas no dia 24 de março, foi definido que funcione apenas os serviços essenciais, como:

 

  • supermercados atacadista e pequeno varejo alimentício;

  • padarias, exclusivamente para venda de produtos;

  • restaurantes na modalidade delivery;

  • distribuidora de água mineral e gás de cozinha;

  • estabelecimentos que comercializem alimentos e medicamentos destinados a animais;

  • agências bancárias e loterias utilizando o protocolo de segurança visando evitar a aglomeração de pessoas na área interna e externa do estabelecimento.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • No entanto, a determinação do governo estadual é, ainda, apenas a recomendação para que a população siga o isolamento - sem determinação de quarentena.

     

    Pico de Covid-19 no AM 'está se antecipando', diz governador

     

    Em pronunciamento na tarde de domingo (12), o governador Wilson Lima anunciou que o Ministério da Saúde vai repassar R$ 15 milhões por mês para que o estado aumente a capacidade do hospital de referência em tratamento ao Covid-19 em Manaus.

 

  • "O Governo Federal está nos repassando R$ 15 milhões por mês para que a gente possa aumentar a capacidade de funcionamento do Hospital Delphina Aziz, com isso vamos poder chegar a 350 leitos em funcionamento. Ou seja, colocar o hospital para trabalhar integralmente", anunciou o governador.

 

  • Em discurso com tom incisivo, o governador Wilson Lima reforçou a importância do isolamento social no Amazonas. De acordo com ele, especialistas estimam que 80% da população local será contaminada. O governo enxerga uma antecipação no pico local.

 

  • "O pico está se antecipando porque pessoas não estão respeitando isolamento social. Nossa previsão era primeira semana de maio, mas está se antecipando. Se o isolamento não acontecer, as pessoas vão morrer nas ruas, em casa. isso não é exagero não. Em Nova York, não tem mais onde enterrar gente. As pessoas estão sendo enterradas em vala comum. É assim que você quer se despedir de um parente seu?", pontua.

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