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Greve de ônibus: sindicato fala sobre paralisação para esta segunda-feira em Blumenau

Estado de greve passou a valer neste domingo (1°), 72 horas após sindicato notificar prefeitura e Blumob


Os motoristas e cobradores de Blumenau já têm amparo legal para realizar paralisações no transporte coletivo da cidade. O estado de greve, aprovado e anunciado na última semana, passou a valer neste domingo (1º), 72 horas após o sindicato da categoria notificar a prefeitura e a BluMob sobre a decisão.


Com isso, fica uma indefinição para a madrugada e amanhecer de segunda-feira (2). Os ônibus do transporte coletivo estarão circulando pelas ruas de Blumenau?


Segundo Osnir Schmitt, presidente do Sindetranscol (Sindicato dos Empregados nas Empresas Permissionárias do Transporte Coletivo Urbano de Blumenau, Gaspar e Pomerode) sim.


Em conversa com a reportagem da NDTV Blumenau, o presidente informou que o transporte coletivo seguirá normalmente na segunda-feira. O sindicato se reunirá com a BluMob e, por esse motivo não terá greve. O transporte coletivo segue normalmente hoje e amanhã, afirmou o presidente.


Entenda o caso


A greve não é sem motivo. A decisão foi motivada por falta de negociação sobre a convenção coletiva de trabalho 2021/2022. A categoria alega que a BluMob se ausentou das negociações, que tinha como data-base o dia 1º de julho.

Além disso, os trabalhadores também cobram uma perda salarial de 11,55%. O valor representa o acumulado do período de novembro de 2019 a junho de 2021. Os dados são baseados no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).


O que diz a BluMob


Na última semana a empresa anunciou que fez contato com a categoria e que uma nova agenda de negociação seria firmada entre as partes em breve.


Confira a nota na íntegra:


A BluMob informa que já realizou contato com o Sindicato e uma agenda será firmada em breve para tratativa do tema entre as partes, e que é preciso levar em conta os impactos que a pandemia trouxe para o transporte coletivo da cidade. Avalia, ainda, que o pedido de reposição de cerca de 11% tem peso muito grande no impacto tarifário e qualquer decisão deve considerar também essas consequências.

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