• G1 Paraná

Moradores relatam atrasos nos ônibus do transporte público de Curitiba

Sindicato informou que trabalhadores fazem assembleia por causa de falta de pagamento por parte da Urbs.


Usuários dos ônibus do transporte público de Curitiba estão relatando atrasos nas linhas, na manhã desta segunda-feira (9). O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana informou que os trabalhadores estão em assembleia.


De acordo com o sindicato, a Urbanização de Curitiba (Urbs) não repassou o pagamento, desde sexta-feira (6). Com isso, motoristas e cobradores se reuniram para discutir a situação, nesta segunda.

Após a realização das assembleias, os trabalhadores aprovaram indicativo de greve. Isso significa que o serviço está mantido, mas pode sofrer uma paralisação caso a situação não mude.

O sindicato informou que algumas linhas podem sofrer atrasos durante toda a manhã desta segunda-feira.


A Urbs informou que aguarda aprovação da Câmara de Curitiba de suplementação orçamentária além de repasse de subsídio do governo do estado para fazer os repasses às empresas. Leia a nota a seguir na íntegra.

Nota da Urbs

"A Urbanização de Curitiba (Urbs) aguarda a aprovação, pela Câmara Municipal de Curitiba (CMC), do projeto de suplementação orçamentária de R$ 174 milhões, que será usado, em sua maior parte, para fazer frente ao déficit do sistema em 2022. O município também aguarda o repasse de subsídio ao transporte coletivo por meio do convênio com o Governo do Estado, o que deve ocorrer até meados da semana.


A Urbs reitera que tem feito esforços para acelerar os dois projetos e assim evitar atrasos nos repasses às empresas por conta do déficit financeiro no sistema. O transporte coletivo prevê um déficit de R$ 154 milhões em 2022, gerado pela diferença entre a tarifa técnica – que é a efetivamente paga às empresas – e a social, paga pelo usuário, de R$ 5,50. A diferença é coberta por subsídio do poder público. A tarifa técnica, em abril, foi de R$ 7.


A empresa também ressalta que o transporte coletivo é um serviço essencial, vital para o deslocamento de milhares de pessoas todos os dias na capital e a redistribuição de linhas entre empresas em caso de greve é uma prerrogativa de contrato e também uma forma de preservar o usuário deles ônibus da capital."

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