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Motoristas de ônibus paralisam transporte público em Resende

De acordo com os funcionários da Viação São Miguel, motivo é parcelamento em 10 vezes do 13º salário que teria sido proposto pela empresa. Paralisação começou na segunda e continua nesta esta terça-feira.


O transporte público de Resende, no Sul do Rio de Janeiro, foi afetado na segunda-feira (30) por conta de uma paralisação feita por motoristas de ônibus da Viação São Miguel. A paralisação se estendia até a manhã desta terça-feira (1º).


De acordo com os funcionários da empresa, o motivo é parcelamento em 10 vezes do 13º salário que teria sido proposto a eles pela empresa.

A paralisação começou no horário de pico dos trabalhadores na segunda-feira. Os ônibus ficaram concentrados em pontos finais, como no Centro da cidade e na região da Grande Alegria.


Além do parcelamento do 13º salário, os motoristas disseram que o vale alimentação não está sendo depositado integralmente desde de o início da pandemia, em março.

Em nota, a prefeitura informou que tomou providências para minimizar os problemas causados pela paralização. O governo municipal enviou na noite de segunda carros, ônibus e vans da administração pública para garantir o retorno para casa de quem conta com o transporte público.

Procurada pela produção do RJ2, a Viação São Miguel não tinha dado um retorno sobre como ficará a situação dos ônibus para esta terça-feira.

De acordo com o último levantamento feito pelo telejornal, e empresa tem uma frota de 75 veículos, com ônibus que têm uma idade média de cinco anos, realizando 840 mil viagens por mês.


Confira a nota da prefeitura na íntegra:

A Prefeitura de Resende informa que está desde ontem atuando para minimizar os transtornos causados pela paralisação de ônibus da empresa São Miguel. Na noite desta segunda-feira, enviou vários veículos, entre ônibus, vans e carros de passeio da administração municipal para garantir o retorno para casa da população.


Já na manhã desta terça-feira, colocou veículos à disposição dos funcionários municipais das unidades de saúde para que não deixem de trabalhar devem avisar paralisações com pelo menos 72 horas de antecedência, conforme determina a lei. A Prefeitura vai tomar as medidas administrativas e judiciais cabíveis contra a empresa São Miguel.

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