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Polícia abre inquérito para investigar incêndio que destruiu mais de 50 ônibus

Polícia abre inquérito para investigar incêndio que destruiu mais de 50 ônibus do transporte coletivo de Londrina

De acordo com Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), os ônibus não têm seguro; incêndio durou cerca de uma hora e meia.


A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o incêndio que atingiu a garagem da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), no norte do Paraná e deixou 56 ônibus destruídos na tarde de segunda-feira (15), segundo a empresa.


Para a TCGL, a suspeita é que o fogo, que durou cerca de uma hora e meia, tenha começado por ação criminosa. Na investigação do que causou o incêndio, a polícia começou a ouvir funcionários e também deve requisitar de câmeras de segurança para análise.

"Não há registro de sistema de monitoramento do pátio interno, isso pela empresa. Mas há outros registros de imagens que podem esclarecer os fatos como eles acontecerem", afirmou o delegado responsável.

Para auxiliar no processo, a TCGL contratou peritos particulares.


Prejuízo

Cada veículo é avaliado em R$ 380 mil, estimando um prejuízo de quase R$ 20 milhões, conforme a TCGL. De acordo com a empresa, por ser uma frota muito grande, os ônibus não têm seguro.


Dos 136 veículos que estavam no local, ainda segundo a concessionária, os funcionários conseguiram retirar 80.

Segundo o Corpo de Bombeiros, duas pessoas foram encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) por inalarem fumaça, mas sem grandes complicações.


A polícia confirmou que o começo do incêndio foi perto ao muro, nos fundos da garagem, e passou rapidamente de um veículo para outro.


Destruição

O cenário é de destruição na garagem da empresa. O fogo foi agressivo e, segundo a TCGL, sobraram apenas estruturas metálicas dos veículos.


Como a maioria dos ônibus estava para manutenção e alguns são da frota especial, a empresa informou que não houve grandes prejuízos ao usuário do transporte coletivo.


A Prefeitura de Londrina, por meio da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU), afirmou que o serviço está sendo readequado, com intuito de minimizar impactos negativos na operação.

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