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Prefeitura confirma novo subsídio ao transporte público para manutenção do valor da passagem em 2022

Prefeitura confirma novo subsídio ao transporte público para manutenção do valor da passagem em 2022 em Juiz de Fora


Ainda não há mais informações sobre a data para enviar o Projeto de Lei (PL) para análise da Câmara Municipal.


A Prefeitura confirmou ao g1 na noite desta segunda-feira (30) que vai subsidiar o transporte público do município novamente e que o valor da passagem, de R$ 3,75, será mantido em Juiz de Fora


De acordo com o Executivo, ainda não há mais informações sobre a data para enviar o Projeto de Lei (PL) para análise da Câmara Municipal. O valor do subsídio precisa ser aprovado pelo Legislativo.

No ano passado, a Prefeitura também forneceu subsídio às empresas do transporte público para que o valor da passagem não sofresse reajuste. Subsídio em 2021 Em julho de 2021, a Câmara aprovou o subsídio de R$ 11,9 milhões com emendas. O valor foi dividido em 6 parcelas em 2021, 5 delas no valor de R$ 1,7 milhão e a última de R$ 3,4 milhões.


Em Juiz de Fora, o transporte público é coordenado por 2 consórcios: o Via JF e Manchester.

O dilema do transporte público

O transporte público em Juiz de Fora tem sido problema constante para os usuários, que reclamam da qualidade do serviço, do valor da passagem e de paralisações dos profissionais que trabalham nos ônibus urbanos.


Os problemas se intensificaram nos últimos anos e, desde de 2021, trabalhadores do transporte paralisaram diversas vezes a prestação do serviço por causa dos atrasos de pagamentos.


De outro lado, as empresas reivindicaram reequilíbrio financeiro de contratos de concessão, problema que foi intensificado durante a pandemia de Covid-19.


Diante da situação, em em junho do ano passado, a Prefeitura divulgou que iria subsidiar o setor e que o valor da passagem de R$ 3,75, seria mantido.


A decisão ocorreu após debate da Mesa de Diálogo e Mediações de Conflitos, que foi criada para discutir a situação do setor, e ainda assegurou a manutenção dos empregos dos rodoviários. Foi então, que a Prefeitura encaminhou à Câmara o projeto que concedeu subsídio de R$ 11,9 milhões às empresas.


Apesar do subsídio, o serviço continuou a apresentar problemas e os consórcios mantiveram alegações de desequilíbrio financeiro.


Em março deste ano, a Justiça determinou que a Prefeitura fizesse a análise, lote a lote, desde o início da prestação do serviço, alusiva ao contrato de concessão, e determinar a troca de linhas entre os consórcios, de modo a equilibrar os custos desde o início da operação, em setembro de 2016.


A decisão salientou ainda que a análise deveria determinar a troca de linhas entre os consórcios, de modo a equilibrar os custos desde o início da operação, em setembro de 2016.


A decisão da juíza, Roberta Araújo de Carvalho Maciel, considerou a necessidade do equilíbrio financeiro e a alteração de 25 linhas operadas pelos consórcios.

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