• Diário do Transporte

Teresina (PI) tem segunda greve de ônibus em menos de 15 dias

Motoristas e cobradores protestam contra o não pagamento do ticket alimentação e plano de saúde


ALEXANDRE PELEGI


Teresina, capital do Piauí, amanheceu sem ônibus na manhã desta segunda-feira, 25 de janeiro de 2021.

Motoristas e cobradores fazem o segundo protesto em menos de 15 dias pelo não pagamento do ticket alimentação e plano de saúde.


No fim de 2020 a Prefeitura de Teresina afirmou que subsidiaria os benefícios no período de outubro de 2020 a janeiro de 2021.


O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários no Estado do Piauí (Sintetro) atribuiu ao superintendente em exercício da Superintendência de Transportes e Trânsito de Teresina (STRANS), Bruno Pessoa, a responsabilidade do pagamento de ticket alimentação e plano de saúde aos trabalhadores rodoviários no Piauí.


O presidente do Sintetro chegou a dizer que o acordo foi homologado no Tribunal Regional do Trabalho do Piauí (TRT-PI) e que a Prefeitura deveria honrar o compromisso.


Em nota publicada no site da prefeitura na sexta-feira (22), a STRANS repeliu a acusação:


NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Superintendência de Transportes e Trânsito de Teresina (STRANS) vem a público repudiar nota publicada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários no Estado do Piauí (SINTETRO) na qual a entidade atribui ao superintendente em exercício da STRANS, Bruno Pessoa, a responsabilidade em realizar pagamento de Ticket Alimentação e Plano de Saúde aos trabalhadores rodoviários no Piauí.


A STRANS afirma que o conteúdo da nota expedida pelo SINTETRO não corresponde à verdade. No dia 13 de janeiro de 2021, os representantes do SINTETRO foram recepcionados pelo superintendente para tratar das demandas referentes à categoria, mas em nenhum momento se tratou de pagamento de Ticket Alimentação e Plano de Saúde aos trabalhadores rodoviários no Piauí até porque não é da competência da STRANS.


Segundo o portal Cidade Verde, o secretário municipal de Finanças, Robert Rios, afirmou que o acordo extrajudicial foi feito no final da administração do prefeito Firmino Filho, e agora está sendo reexaminado pela procuradoria para analisar sua legalidade.


Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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