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Prefeitura de Blumenau volta atrás e aumenta passagem de ônibus em dinheiro para R$ 7

  • AJ Notícias
  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

O aumento passa a valer a partir de 23 de março e atinge apenas quem paga em dinheiro nos ônibus.


A Prefeitura de Blumenau voltou atrás e anunciou nesta segunda-feira (9) que a tarifa embarcada do transporte coletivo, paga em dinheiro diretamente nos ônibus, passará de R$ 6,80 para R$ 7 a partir de 23 de março. Conforme o município, a mudança atinge apenas os passageiros que utilizam o pagamento em dinheiro, enquanto as demais modalidades, como cartão VT, Passe Fácil e tarifa escolar, permanecem com os valores já praticados no início do ano: R$ 5,50 e R$ 2,75, respectivamente.


A decisão representa uma mudança de posição em relação ao que havia sido anunciado em 14 de janeiro de 2026. Na ocasião, o secretário de Trânsito e Transportes, Fábio Campos, afirmou que não haveria aumento nas passagens naquele ano, mesmo com a elevação da tarifa técnica do transporte coletivo. Na época, a Prefeitura anunciou que aumentaria o subsídio à Blumob para cobrir a diferença entre a tarifa técnica e o valor pago pelos passageiros, garantindo que o reajuste não fosse repassado ao usuário.


Em nota, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) informou que "atualmente 94% dos usuários do transporte coletivo já utilizam o cartão para pagar a passagem. O reajuste na tarifa paga em dinheiro tem como objetivo incentivar ainda mais o uso do cartão, que tem valor mais baixo e é mais prático para o usuário. A medida também reduz o manuseio de dinheiro dentro dos ônibus, aumentando a segurança de passageiros e trabalhadores, além de tornar o embarque mais rápido e ajudar na regularidade das viagens".


Revisão da tarifa técnica

Em novembro de 2025, a Blumob, concessionária do transporte coletivo em Blumenau, solicitou à Agência Intermunicipal de Regulação de Serviços Públicos (AGIR) a revisão da tarifa técnica, prevista no contrato de concessão, que permite ajustes anuais diante de variações nos custos, como combustível e mão de obra.


A AGIR destacou que a definição da tarifa pública, ou seja, o valor efetivamente pago pelos passageiros é de competência exclusiva do município, que pode optar por repassar o aumento total, parcial ou mesmo não repassá-lo. A tarifa técnica, por sua vez, leva em conta os custos operacionais do sistema, incluindo combustível, manutenção e folha de pagamento.


Segundo a própria agência, "a definição da tarifa pública é de responsabilidade do Poder Concedente, que pode decidir repassar integralmente, parcialmente ou não repassar o reajuste ao usuário".


 
 
 

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